Agendando Desligamento Automático de Máquina Virtual no Azure (Auto-Shutdown)

Nesse pequeno artigo vamos deixar uma dica super importante para quem já trabalha com o Microsoft Azure. Todos nós sabemos que a hora computacional dentro dos serviços de nuvem, tem um valor financeiro alto e devemos ficar atentos nesse consumo quando não estamos utilizando algum tipo de serviço dentro de um servidor.

Sabendo das dificuldades dos usuários e administradores em criarem scripts para desligarem servidores e aplicações, a Microsoft criou uma ferramenta nativa dentro dos serviços do portal Microsoft Azure chamada “Auto-Shutdown”. Com ela podemos desligar qualquer máquina virtual, em qualquer horário e ainda enviar uma notificação por e-mail. Vamos ver como funciona essa ferramenta na prática.

Com a console de administração do Azure aberta, clique na máquina virtual que deseja programar o desligamento automático com a ferramenta Auto-Shutdown.

Em nosso exemplo abaixo, escolhemos a VM “Cluster01”:

Ao navegar nas ferramentas, você irá encontrar o “Auto-Shutdown”. Clique nela como mostramos na imagem abaixo:

Você deverá ativá-la no quadrado “On”, escolher o horário desejado e o fuso horário de seu país. Muito importante verificar se a VM está com o mesmo fuso para que isso funcione corretamente. Veja também que você poderá inserir um e-mail, para receber as notificações de desligamento das suas máquinas virtuais.

Essa é uma dica super simples que pode fazer você economizar muito dinheiro, diminuindo até 40% da hora computacional dos seus serviços em nuvem. Quando criamos ambientes de homologação, utilizamos muito essa ferramenta para economizar dinheiro em nossas assinaturas. Esperamos que essa dica ajude à todos os administradores que utilizam os serviços online da Microsoft.

Removendo Discos de Máquinas Virtuais no Microsoft Azure

Nesse artigo vamos mostrar como remover discos de máquinas virtuais dentro do Microsoft Azure. Em alguns projetos em que trabalhamos, vivenciamos diversos cenários e encontramos ambientes desorganizados dentro do portal Microsoft Azure. A organização dos “Resource Group” é super importante para manter o ambiente organizado e principalmente fácil para encontrar e saber o que realmente está em uso dentro de suas Subscriptions.

Quanto maior o cenário, maior é a desorganização de recursos dentro do portal e maior os gastos no fim do mês em muitos recursos que não são utilizados. Vamos ver agora, como remover discos de uma máquina virtual e como “desatachar” um disco caso esteja em uso. Antes de remover o disco, precisamos saber se o mesmo está sendo utilizado em uma VM, para que assim, possamos“desatachar” com segurança esse disco. É muito importante conferir se o disco a ser “desatachado”não está sendo utilizado por serviços importante em sua VM. Se você estiver seguro sobre qual disco deve remover, clique na máquina virtual desejada como mostramos na imagem abaixo:

Confira o nome do disco e clique no ícone para “desatachar”. Salve as configurações conforme mostramos na imagem abaixo:

Na página principal do portal onde mostra todos os recursos, clique em “see more” conforme mostramos na imagem abaixo:

Você verá todos os recursos existentes no Microsoft Azure. Muito importante filtrar os recursos antes de excluir, vamos fazer um filtro para mostrar apenas os discos e não ter erro na exclusão. Veja na imagem abaixo que escolhemos varrer as 3 Subscriptions que possuímos no portal:

Nessa etapa, escolhemos apenas o grupo “Storage”, pois sabemos que todo armazenamento de disco está dentro dele. Se você não sabe exatamente o local onde está armazenado os discos, poderá selecionar todos ou mais de um item.

Escolhemos apenas “Discos”, pois é o que estamos querendo deletar das nossa VMs. Confira na imagem abaixo:

Selecione o disco que deseja analisar e deletar:

Fique atento no estado do disco. Veja que na imagem abaixo, o disco selecionado já encontra-se“desatachado”, isso significa que nenhuma VM está utilizando o mesmo e poderá ser removido. Se tentar deletar um disco “atachado”, o Azure vai reclamar que está em uso e você deverá fazer o passo que mostramos no início desse artigo. Quando estiver ciente de que o disco a ser removido está correto, clique em “DELETE” para finalizar a remoção.

Esse tipo de organização, ajuda a diminuir os custos em alocação de disco e mantem a organização dos seus projetos e serviços de clientes. Sempre faça uma revisão semanal para manter apenas o que está ativo e necessário dentro do portal. Esperamos que essa pequena dica ajude os administradores que utilizam os serviços do Microsoft Azure.

Configurando Azure Sync Files (Microsoft Azure)

​Nesse artigo vamos mostrar como configurar o File Sync no Microsoft Azure. O servidor de arquivos na nuvem é sempre um serviço muito procurado pela maioria das empresas e o Microsoft Azure vem com o tempo aprimorando esses serviços para uma melhor experiência com o monitoramento e gerenciamento dos arquivos. Recentemente a Microsoft lançou o “Azure File Sync”, onde podemos criar grupos de servidores locais para criarmos um servidores de arquivos entre nossa estrutura de disco físico para a estrutura de nuvem. A ferramenta ainda está na versão “Preview” e ainda pode sofrer diversas alterações, mas vamos mostrar qual a ideia e como instalar o seu “Azure File Sync” de forma simples e objetiva.

Logado na console do Microsoft Azure, digite na pesquisa “Azure File Sync” para encontrar a ferramenta:

Clique em “Create”:

Nessa etapa você irá escolher as seguintes opções:

  • Nome Storage Sync: Wenz-Files
  • Subscription: Escolha a assinatura que receberá os serviços
  • Resource Group: Grupo para organização de serviço
  • Location: Local geográfico para hospedagem

Quando escolher todas as opções, clique em “Create”, como mostramos na imagem abaixo:

Nossa primeira configuração, será o registro do servidor que queremos trabalhar como“Servidor de Arquivos” com o nosso portal do Microsoft Azure. Para que esse sincronismo funcione, devemos instalar um cliente em nosso servidor. Esse cliente será disponibilizado dentro do Storage Sync para download. Efetue o download da ferramenta, como mostramos na imagem abaixo:

Você será redirecionado para o site da Microsoft.

Escolha a versão correta para rodar em sua plataforma de Windows Server. Em nosso exemplo, utilizamos o Windows Server 2016.

Após download, execute o “Storage Sync Agent” e siga o processo básico de instalação:

Aceite os termos e clique em “Next”:

Escolha o caminho de instalação e clique em “Next”:

Selecione a opção que desejar sobre update e clique em “Next”:

Clique em “Next”:

Aguarde o processo de instalação:

Ao final da instalação, iremos receber a mensagem que não possuímos o AzureRMinstalado em nosso servidor. Veja a imagem abaixo:

Para instalar o AzureRM, abra o Powershell em modo elevado, e cole a linha de comando abaixo:

Install-Module AzureRM

Para mais informações, acesse o link abaixo:

https://docs.microsoft.com/pt-br/powershell/azure/install-azurerm-ps?view=azurermps-4.4.0

Aguarde o processo de instalação:

Se tudo ocorrer bem, você verá que o seu servidor estará pronto para ser registrado. Para registrar o seu servidor, vamos entrar com a nossa conta do portal Microsoft Azure. Clique em “Sign in”:

Insira suas credenciais do portal Microsoft Azure:

Escolha a “Subscription” que será instalado esse recurso, o seu “Resource Group” e o nome do “Storage Sync Services”:

Pronto! Seu servidor foi registrado com sucesso.

Voltando ao portal de administração do Microsoft Azure, iremos encontrar o nosso servidor registrado. Confira na imagem abaixo:

Vamos agora criar o ponto principal que é o nosso “Sync Group”. Esse recurso vai criar uma pasta compartilhada entre o portal do Azure nosso servidor registrado.

Preencha as seguintes opções:

  • Sync Group Name: Nome do grupo de sincronismo
  • Subscription: Assinatura que deverá acolher esse serviço
  • Storage Account: Você deverá já possuir sua “Storage Account” criada
  • Azure File Share: Compartilhamento que está dentro do seu Storage Account

Quando tudo estiver de acordo, clique em “OK”:

Prontinho! Seu grupo está criado e pronto para ser utilizado.

Agora devemos adicionar o nosso servidor ao nosso endpoint. Com esse procedimento, vamos vincular nosso Storage Account com o nosso servidor registrado. Clique em “Add Server Endpoint”, como mostramos na imagem abaixo:

Preencha as seguintes opções:

  • Register Server: Escolha o servidor registrado que deseja vincular
  • Path: Caminho de dados do servidor físico registrado
  • Cloud Tiering: Definir espaço limitado ao servidor de arquivos

Veja que o caminho C:\Dados, pertence ao caminho do meu servidor físico. Ao criar alguns arquivos na raiz da minha unidade, todos os seus dados serão automaticamente migrados ao portal do meu Microsoft Azure.

Veja na imagem abaixo que conseguimos visualizar todos os arquivos do mapeamentoC:\Dados do nosso servidor físico. Sendo assim, temos um espaço vinculado entre a máquina física e nosso Storage Account. Caso o servidor físico seja perdido, todos os meus dados estarão na nuvem. A velocidade de upload é bem rápida em uma internet de boa qualidade, e a velocidade de acesso é local, pois você terá os seus arquivos também na unidade de disco física.

Esse recurso é novo, ainda está na versão Preview e poderá sofrer diversas alterações. Esperamos que essa dica ajude a todos os administradores que utilizam os serviços do Microsoft Azure.

Agendando Desligamento Automático de Máquina Virtual no Azure (Auto-Shutdown)

 

Nesse pequeno artigo vamos deixar uma dica super importante para quem já trabalha com o Microsoft Azure. Todos nós sabemos que a hora computacional dentro dos serviços de nuvem tem um valor financeiro alto e devemos ficar atentos nesse consumo quando não estamos utilizando algum tipo de serviço dentro de um servidor.

Sabendo das dificuldades dos usuários e administradores em criarem scripts para desligarem servidores e aplicações, a Microsoft criou uma ferramenta nativa dentro dos serviços do portal Microsoft Azure chama “Auto-Shutdown”. Com ela podemos desligar qualquer máquina virtual, em qualquer horário e ainda enviar uma notificação por e-mail. Vamos ver como funciona essa ferramenta na prática.

Com a console de administração do Azure aberta, clique na máquina virtual que deseja programar o desligamento automático com a ferramenta Auto-Shutdown. Em nosso exemplo abaixo, escolhemos a VM “Cluster01”:

Ao navegar nas ferramentas, você irá encontrar o “Auto-Shutdown”. Clique nela como mostramos na imagem abaixo:

Você deverá ativá-la no quadrado “On”, escolher o horário desejado e o fuso horário de seu país. Muito importante verificar se a VM está com o mesmo fuso para que isso funcione corretamente. Veja também que você poderá inserir um e-mail, para receber as notificações de desligamento das suas máquinas virtuais.

Uma dica super simples que pode fazer você economizar muito dinheiro, diminuindo até 40% da hora computacional dos seus serviços em nuvem. Quando criamos ambientes de homologação, utilizamos muito essa ferramenta para economizar dinheiro em nossas assinaturas. Esperamos que essa dica ajude à todos os administradores que utilizam os serviços online da Microsoft.

Serviço de Gerenciamento no Microsoft Azure (E-mail Alerts)

Nesse artigo vamos falar sobre um excelente recurso de gerenciamento disponibilizado no Microsoft Azure. O “Serviço de Gerenciamento” é um dos recursos mais procurados e utilizados pelos administradores de redes em um cenário de pequeno até grande porte. O recurso permite ao administrador criar regras de alertas dos seguintes itens:

  1. Armazenamento
  2. Banco de Dados SQL
  3. Máquina Virtual
  4. Serviço de Nuvem
  5. Site
  6. Serviço Móvel

Para criar sua primeira regra, clique em “Serviços de Gerenciamento” no menu lateral e depois em “Adicionar Regra”, como mostra a imagem abaixo:

Em nosso exemplo, escolhemos a opção “Máquina Virtual” para monitorarmos:

Na próxima etapa, você poderá escolher o tipo de métrica que deseja monitorar como:

  1. Bytes Gravados em Disco
  2. Bytes Lidos em Disco
  3. Entrada de Rede
  4. Porcentagem de CPU
  5. Saída de Rede
Em nosso exemplo, escolhemos a opção “Porcentagem de CPU” e o valor “100”. Quando nossa CPU chegar a 100% de processamento, vamos receber um alerta via e-mail. Insira um e-mail alternativo se desejar para receber seus alertas. Quando estiver certo que sua regra está de acordo com o que desejar, clique em “Concluído”:

Aguarde a criação da regra. Esse procedimento ficará pronto em segundos.

Pronto! Sua regra está criada. Observe que o “Status” aparecerá como “Não ativado”, isso significa que ainda não foi utilizada e a máquina está com a CPU trabalhando normalmente sem Stress.

Ao efetuar o Stress em nossa CPU e deixá-la em 100% de consumo, o Status modificará para “Ativo” e logo um e-mail de alerta chegará no endereço principal e alternativo (Caso seja configurado).

Veja o e-mail que recebemos após o Stress de nossa CPU.

Esse é um dos itens que podemos monitorar no Microsoft Azure. Um serviço de extrema importância e muito requisitado pelos administradores de rede e infraestrutura. Esperamos que seja uma ótima dica para quem utiliza os serviços online da Microsoft.

Monitorando e Criando Alerta em Servidor no Microsoft Azure

Nesse artigo vamos mostrar como criar um alerta em um servidor dentro do Microsoft Azure. Imagine um ambiente em nuvem com diversos servidores virtuais e um desses servidores está passando por problemas de performance. Logo devemos monitorar a CPU, memória ou escritas dentro do nosso disco. O Microsoft Azure possui uma ferramenta de alertas, onde podemos criar métricas simples para monitorar esses periféricos e ainda receber esse alerta via e-mail. Vamos ver como isso funciona na prática.

Abra o seu portal e clique na opção “Monitor“. Veja que possuímos diversos serviços criados, mas escolhemos uma VM com o nome de “WENZ” para efetuarmos esse procedimento. Confira na imagem abaixo:

Ao clicarmos em “Monitor“, recebemos algumas opções de monitoramento e análise. Essas opções poderão ser usadas em qualquer VM ou serviço dentro de sua assinatura. Em nosso caso, vamos clicar em “Alerts” para iniciarmos o processo de criação da nossa métrica:

Ao expandirmos a opção “Resources Group“, podemos visualizar nossas VMs e aplicativos instalados que aceitam esse tipo de monitoramento e métrica. Em nosso caso, vamos selecionar o servidor “Wenz“, como mostra a imagem abaixo:

Veja que no combo “Resource Type“, será selecionado automaticamente o tipo de serviço que minha VM possui. Outras opções que não se encaixam em minha VM já serão automaticamente desabilitados para evitar erros na configuração.

Ao selecionarmos nosso servidor no último combo chamado “Resource“, observe que a opção “Add metric alert” será habilitado para iniciarmos o processo de configuração. Assim que o botão for habilitado, clique no mesmo, como mostramos na imagem abaixo:

Criaremos uma métrica para nos alertar quando a CPU passar dos 40% de uso em nosso servidor. Vamos ver as opções que devemos configurar:

  1. Nome;
  2. Descrição;
  3. Tipo de métrica (Selecionado Porcentagem de CPU);
  4. Condição;
  5. Valor numérico em %;

7. Notificação em tempo real por e-mail.

Insira o e-mail desejado para receber seus alerta e clique em “OK“.

Pronto, sua métrica está criada e em funcionamento.

O nosso servidor, ao receber um stress de CPU e passar sua porcentagem com mais de 40%, o nosso alerta deverá entrar em funcionamento:

Veja que o status do nosso alerta já foi modificado para “Warning”:

E dentro de alguns segundos, o e-mail foi recebido no endereço que definimos dentro de nossa regra. Assim que o processador passou dos 40%, o e-mail chegou segundos depois. Confira o e-mail na imagem abaixo:

Nós, profissionais IT Pro, entendemos o quão importante ter esse monitoramento em tempo real. Parece uma solução simples, mas nos servidores físicos e locais, muitos tinham e ainda passam por dificuldades de efetuar esse monitoramento com softwares de terceiro ou até mesmo via logs de segurança do Windows. Você pode imaginar uma fila de servidores e suas métricas renomeadas e bem organizadas para ter um ótimo gerenciamento e controle do seu ambiente em Cloud. Esperamos que essa dica seja útil para todos que pensam em trabalhar com os serviços online da Microsoft.

Instalando Azure Active Directory Domain Services (New Portal)


Nesse artigo vamos falar sobre um assunto bem interessante e que gera muitas dúvidas entre administradores ITPRO. Sempre que pensamos em Microsoft Azure, tentamos imaginar nossa estrutura local de Active Directory integrada com o Azure e na maioria dos casos, efetuamos a opção de manter um ambiente híbrido conectando o nosso Active Directory local no Microsoft Azure. Hoje os serviços do Active Directory dentro do Microsoft Azure vem se aperfeiçoando e se integrando melhor com os serviços, e de um modo ainda mais parecido com o nosso Active Directory local.

Vamos conhecer abaixo como efetuar a instalação do Active Directory Domain Services no Microsoft Azure e ingressar estações ou servidores nesse domínio. O primeiro passo é acessar o seu portal Microsoft Azure e procure como “Azure Domain” na pesquisa, e clique em “Create AD Azure Domain Services” como mostramos na imagem abaixo:

Insira o nome do seu domínio, escolha a subscription que deseja instalar o Active Directory e escolha o Resource Group desejado. Se você não possuir um Resource Group criado, crie um novo para organizar melhor os seus serviços no Microsoft Azure.

Essa etapa é muito importante para a continuidade do processo. Você deve escolher o seu grupo de servidores ou serviços que deseja utilizar o seu Active Directory Domain Services. Efetue as configurações desejadas e clique em “OK”para continuar o processo de instalação:

Confira as configurações e clique em “OK”:

GO processo de deploy pode demorar alguns minutos e você poderá acompanhar até a finalização do processo. Veja a imagem abaixo do deploy em progresso de instalação:

Muitos administradores preferem administrar através do Powershell, portanto, vamos mostrar como se conectar o Azure AD através dele. Abra o Windows Azure Powershell com elevação e instale o módulo do Azure AD com o comando:

install-module azuread

Digite [A] “Sim para todos” e aperta “Enter”:

Aguarde o processo de instalação. Esse processo pode demorar apenas alguns segundos:

Para quem deseja se aprofundar no gerenciamento do Azure AD via Powershell, acesse o link de apoio abaixo:

https://docs.microsoft.com/en-us/powershell/azure/active-directory/overview?view=azureadps-2.0

Continuando com o processo, quando geramos o nosso Azure Active Directory, dois DNS são gerados com o mesmo range de IP da nossa rede, que escolhemos para a nossa rede local. Em nosso exemplo recebemos os seguintes IPs:

  • 10.0.0.6
  • 10.0.0.7

Veja que ao efetuarmos o ping -a conseguimos visualizar os “Containers” que possuem o nosso serviço de Active Directory, e que será o responsável pelas resoluções de nomes internas e externas do meu Azure AD.

Para ingressarmos uma estação ou servidor em nosso novo domínio, devemos seguir a mesma regra antiga de apontar o servidor de DNS principal para o nosso controlador de domínio.

Atenção: Se você estiver fazendo esse procedimento com uma máquina virtual, tome muito cuidado ao alterar o DNS, pois devemos sempre manter um DNS externo para não perdermos acesso a nossa máquina virtual no Azure. Se você colocar o DNS apenas local, não será possível conectar ao servidor através do RDS por um link externo e sim apenas interno no Azure.

Insira os DNS e clique em “OK“, como mostramos na imagem abaixo:

Dentro do nosso portal, veja que já possuímos um usuário criado dentro do nosso domínio Azure Active Directory. Podemos a qualquer momento utilizar o gerenciamento das contas, permissões e senhas dentro do novo portal do Microsoft Azure. Redefina a senha do usuário se for necessário, veja como na imagem abaixo:

Vamos utilizar essa conta para ingressar um de nossos servidores apenas como “membro de domínio”, assim testamos o nosso DNS e o Active Directory que criamos no passo a passo acima:

Prontinho, você já está com o seu domínio Active Directory funcionando e já pode ingressar estações, servidores e qualquer outra aplicação dentro do Microsoft Azure para o seu novo Active Directory Domain Services.

Uma opção muito bacana, é que conseguimos convidar pessoas que estão fora da nossa organização para acessar os produtos do myapps.microsoft.com que você configurar.

Nós da área de ITPRO, estamos ansiosos para encontrarmos ainda mais integrações do Active Directory Domain Services com o Microsoft Azure e seus produtos internos. Estamos vendo um grande progresso durante os últimos meses a os cenários já estão sendo montados para entregarmos aos nossos clientes as melhores e mais práticas soluções. Esperamos que tenham gostado dessa visão geral do Active Directory no Azure e que ajude nas futuras migrações para os serviços online da Microsoft.

Conectar sua Assinatura no Microsoft Azure com Windows PowerShell

Nesse artigo vamos mostrar como conectar com Windows PowerShell com sua assinatura do Microsoft Azure, para gerenciar e controlar com os diversos cmdlets os serviços online do Microsoft Azure.

Primeiramente devemos efetuar o download do Microsoft Web Platform Installer. O Microsoft Web Platform Installer instala todas as dependências dos cmdlets do PowerShell no Azure. Com essa ferramenta, podemos executar comandos e tarefas remotamente na parte da console remota. Vamos agora para prática:

Abra o console do PowerShell no Azure, conforme mostramos na imagem abaixo:

Com a console aberta, digite o comando: Add-AzureAccount e tecle Enter:

Será iniciado a tela de autenticação do Microsoft Azure. Insira o e-mail que efetuou a assinatura dos serviços online da Microsoft e clique em “Continuar”:

Você será redirecionado para a página de autenticação da Microsoft. Insira o login e senha de sua assinatura e clique em “Entrar”:

Pronto! Você está logado e poderá executar os cmdlets que desejar para gerenciar suas configurações e criar tarefas de qualquer lugar do mundo. Confira a conexão no exemplo na imagem:

Esperamos que essa pequena dica ajude a todos que estão iniciando com o Microsoft Azure e os serviços online da Microsoft.

Configurando Serviço de Recuperação no Microsoft Azure

Nesse artigo vamos falar sobre a segurança de seus arquivos e itens dentro dos serviços online da Microsoft. Ainda muitas dúvidas são citadas em reuniões de implantação, conversas entre profissionais de como efetuar backup e assegurar confiança em serviços de nuvem. Mostraremos nesse post uma pequena demonstração de como configurar um serviço de recuperação dentro do Microsoft Azure.

Acessando o portal de administração do seu Microsoft Azure, clique em “Serviços de Recuperação” no menu lateral e crie um novo “Cofre”. Esse cofre será o início do nosso registro de armazenamento de backup online.

O Microsoft Azure nos possibilita duas opções de backup sendo elas: Site Recovery e Cofre de Backup. Em nosso exemplo escolhemos opção Cofre de Backup. Insira um nome ao seu cofre e escolha a região onde o mesmo será provisionado, como mostra a imagem abaixo.

Após criarmos o cofre, devemos efetuar 2 downloads que são:

  • Agente de Backup do Azure para Windows Server e Data Protection Manager;
  • Arquivo de Credenciais para autenticação do cofre.

Salve os arquivos em locais separados, pois precisaremos deles mais a frente.

Primeiro rode o agente para iniciarmos a conexão com nosso serviço online do Microsoft Azure:

Selecione o local de instalação e cache e clique em “Next”:

Se possuir configurações de proxy, você poderá selecioná-las e criar as regras necessárias para acesso e liberação de portas. Em nosso caso a conexão não possui proxy, então continuaremos com as configurações padrões:

Selecione as opções que deseja sobre atualizações automáticas e clique em “Next”:

Se os requisitos de Powershell e Net Framework passarem, clique em “Install”:

Após a instalação com sucesso, devemos efetuar o registro do nosso servidor para a nuvem. Clique em “Proceed Registration”:

Lembre do download que fizemos no início desse artigo ? Vamos agora utilizá-lo. Clique em“Browse”  e procure o download das credenciais que efetuamos dentro do portal do Microsoft Azure.

Com o arquivo selecionado, clique em “Next”:

Você deve gerar uma senha no mínimo com 16 caracteres. Como é uma senha um pouco grande, podemos gerar automaticamente, clicando em “Generate Passphrase”. Selecione um local onde a senha será salva e clique em “Finish”:

Importante: Essa senha não pode ser perdida, pois é sua chave para o contato do seu servidor com os serviços online no Microsoft Azure.

Como a senha não �� exibida na digitação por segurança, um arquivo de texto é gerado no local escolhido por você. Confira na imagem abaixo:

Pronto! Seu servidor está registrado e poderá receber seus itens de backup para serem armazenados dentro do Microsoft Azure.

Neste tutorial mostramos como configurar o “Serviço de Recuperação” no Microsoft Azure. Outros artigos relacionados a essa ferramentas serão criados, para facilitar o entendimento dessa maravilhosa ferramenta online da Microsoft.

Serviço de Gerenciamento no Microsoft Azure

Nesse artigo vamos falar sobre um excelente recurso de gerenciamento disponibilizado no Microsoft Azure. O “Serviço de Gerenciamento” é um dos recursos mais procurados e utilizados pelos administradores de redes em um cenário de pequeno até grande porte. O recurso permite ao administrador criar regras de alertas dos seguintes itens:

  1. Armazenamento
  2. Banco de Dados SQL
  3. Máquina Virtual
  4. Serviço de Nuvem
  5. Site
  6. Serviço Móvel

Para criar sua primeira regra, clique em “Serviços de Gerenciamento” no menu lateral e depois em “Adicionar Regra”, como mostra a imagem abaixo:

Em nosso exemplo, escolhemos a opção “Máquina Virtual” para monitorarmos:

Na próxima etapa, você poderá escolher o tipo de métrica que deseja monitorar como:

  1. Bytes Gravados em Disco
  2. Bytes Lidos em Disco
  3. Entrada de Rede
  4. Porcentagem de CPU
  5. Saída de Rede
Em nosso exemplo, escolhemos a opção “Porcentagem de CPU” e o valor “100”. Quando nossa CPU chegar a 100% de processamento, vamos receber um alerta via e-mail. Insira um e-mail alternativo se desejar para receber seus alertas. Quando estiver certo que sua regra está de acordo com o que desejar, clique em “Concluído”:

Aguarde a criação da regra. Esse procedimento ficará pronto em segundos.

Pronto! Sua regra está criada. Observe que o “Status” aparecerá como “Não ativado”, isso significa que ainda não foi utilizada e a máquina está com a CPU trabalhando normalmente sem Stress.

Ao efetuar o Stress em nossa CPU e deixá-la em 100% de consumo, o Status modificará para “Ativo” e logo um e-mail de alerta chegará no endereço principal e alternativo (Caso seja configurado).

Veja o e-mail que recebemos após o Stress de nossa CPU.

Esse é um dos itens que podemos monitorar no Microsoft Azure. Um serviço de extrema importância e muito requisitado pelos administradores de rede e infraestrutura. Esperamos que seja uma ótima dica para quem utiliza os serviços online da Microsoft.